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Comunicado: Serviço de Urgência Básica

 O executivo do PS têm desenvolvido todos os esforços para que o Serviço de Urgência Básica fique aberto ao público e possa assim servir toda a população.

Foi dito pela ARSLVT no passado dia 23 de Junho, aquando a apresentação da monografia do centro de saúde de Coruche, que o SUB estaria em condições de abrir em Julho.

Nessa expectativa, tem o Município de Coruche feito todas as diligências junto da ARSLVT para obter os devidos esclarecimentos sobre a actual situação do SUB.

Foi formalmente questionado pelo Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Dionísio Mendes, à ARSLVT “qual a evolução do processo com a União das Misericórdias para a contratação de médicos, qual a data designada pela ARS para a abertura do SUB e se de facto os equipamentos necessários para o pleno funcionamento do SUB já foram assegurados”, até ao momento não foi dada qualquer resposta que garanta uma data de abertura do serviço.

Mais informamos que foi solicitada uma reunião com carácter de urgência à Sra. Ministra da Saúde.

Continuaremos a exigir a abertura do SUB, com os equipamentos e recursos humanos previstos, continuaremos a exigir uma resposta da ARS, resposta essa que só será satisfatória com a data exacta da inauguração do SUB e a certeza de que este servirá em pleno a população do nosso concelho e a do sul do distrito de Santarém

Comunicado: Serviço de Urgência Básica

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 O executivo do PS têm desenvolvido todos os esforços para que o Serviço de Urgência Básica fique aberto ao público e possa assim servir toda a população.

Foi dito pela ARSLVT no passado dia 23 de Junho, aquando a apresentação da monografia do centro de saúde de Coruche, que o SUB estaria em condições de abrir em Julho.

Nessa expectativa, tem o Município de Coruche feito todas as diligências junto da ARSLVT para obter os devidos esclarecimentos sobre a actual situação do SUB.

Foi formalmente questionado pelo Presidente da Câmara Municipal de Coruche, Dionísio Mendes, à ARSLVT “qual a evolução do processo com a União das Misericórdias para a contratação de médicos, qual a data designada pela ARS para a abertura do SUB e se de facto os equipamentos necessários para o pleno funcionamento do SUB já foram assegurados”, até ao momento não foi dada qualquer resposta que garanta uma data de abertura do serviço.

Mais informamos que foi solicitada uma reunião com carácter de urgência à Sra. Ministra da Saúde.

Continuaremos a exigir a abertura do SUB, com os equipamentos e recursos humanos previstos, continuaremos a exigir uma resposta da ARS, resposta essa que só será satisfatória com a data exacta da inauguração do SUB e a certeza de que este servirá em pleno a população do nosso concelho e a do sul do distrito de Santarém

PSD DE CORUCHE QUESTIONA O EXECUTIVO MUNICIPAL

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COMUNICADO – SUB - Serviço de Urgência Básico: Chega de Demagogia!

Após várias intervenções públicas ao longo das últimas semanas, por parte do Vice-Presidente da ARS-LVT e do Partido Socialista de Coruche, o primeiro a garantir a abertura do SUB durante o mês de Julho e o segundo a congratular-se e a atacar de forma vergonhosa a oposição, o mês de Julho passou e o SUB continua sem qualquer sinal de que possa abrir nos próximos dias. Recordamos, que consideramos a abertura do SUB prioritária, como forma de melhorar a prestação dos cuidados de saúde no Concelho, sabemos que as obras do SUB estão concluídas, mas a estrutura continua por abrir, faltando apenas a vontade política do Partido Socialista.
Apelamos novamente às entidades com capacidade para resolver este problema, nomeadamente a ARSLVT e o ACES – Lezíria II, que se empenhem na sua resolução e rápida abertura do SUB.
Continuamos solidários com as preocupações e exigências manifestadas pelos autarcas do concelho e pela população, e exigimos ao Sr. Presidente da ARSLVT e em particular ao Governo, a rápida abertura deste serviço de urgência, pois falta apenas vontade política.
Ao Partido Socialista de Coruche, aconselhamos que deixe de atacar a oposição, que se deixe de falácias, demagogia e populismo, de sectarismo arcaico, de discurso malicioso e de fuga às responsabilidades, tudo expressões que utilizou para classificar a oposição quando se congratulou pela abertura do SUB durante o mês de Julho, mas que apenas a si se aplicam, como agora de comprova, e que se disponibilize para defender o Concelho sem arrogância e em conjunto com a oposição e a população.
O PSD de Coruche vai continuar a acompanhar este processo e não se calará enquanto o SUB em Coruche não for uma realidade, estamos Unidos para Desenvolver o Concelho de Coruche e não nos calamos, neste processo estamos com todos os que nos quiserem acompanhar, não excluímos ninguém!


Reordenamento do Parque Escolar no Concelho de Coruche


De acordo com a Lei nº24/98, de 26 de Maio “Estatuto do Direito de Oposição”, nomeadamente no seu Artigo 4º “Direito à Informação”, e em virtude da Resolução do Concelho de Ministros nº44/2010, de 14 de Junho, que “Define os critérios de reordenamento da rede escolar” determina o encerramento das escolas do 1º ciclo do ensino básico com menos de 21 alunos e pretende ainda agregar agrupamentos de escolas, solicita esta Concelhia a V. Ex., os seguintes esclarecimentos:
1. No âmbito do reordenamento escolar do Concelho de Coruche, com efeitos a partir do próximo ano lectivo 2010/2011, quais são os estabelecimentos de educação e/ou de ensino que serão extintos?
2. No âmbito do reordenamento escolar do Concelho de Coruche, com efeitos a partir do próximo ano lectivo 2010/2011, quais os agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, que serão objecto de extinção ou agregação?
3. A autarquia foi envolvida, por parte do Ministério da Educação neste processo de tomada de decisão? E os Pais? E os Professores?
4. Foi avaliado e/ou medido o impacto socioeconómico do encerramento de escolas na população? Qual o resultado?
Em virtude de se tratar de um assunto que consideramos de importância máxima para o Concelho de Coruche, para a sua sustentabilidade futura, e de equilíbrio territorial, solicitamos a V. Ex., que em cumprimento da Lei nº24/98, de 26 de Maio “Estatuto do Direito de Oposição”, preste esta informação no menor espaço de tempo possível.


Quais as Medidas de Redução da Despesa Tomadas pelo Executivo Municipal?


De acordo com a Lei nº24/98, de 26 de Maio “Estatuto do Direito de Oposição”, nomeadamente no seu Artigo 4º “Direito à Informação”, e em virtude da definição do Programa de Estabilidade e Crescimento da Republica Portuguesa para o Período 2010-2013, aprovado na Assembleia da republica, e já revisto com agravamento das medidas de austeridade, já sentidas por todos os portugueses no dia a dia, sobretudo devido ao aumento dos impostos, como o IRS e IVA, medidas que se tornaram necessárias devido aos 5 anos de Governo Socialista e que conduziram o País a uma profunda crise, solicita esta Concelhia a V. Ex., os seguintes esclarecimentos:
1. Pretende o Executivo Municipal tomar medidas claras de redução da despesa?
2. Quais as medidas previstas pelo Executivo Municipal de redução da despesa? Em que rubricas? Quais as consequências para o Concelho de Coruche?
3. Quanto gastou o Executivo Municipal em Festas, Eventos e actividades de propaganda, directa e indirectamente nos anos de 2008 e 2009? Qual o retorno estimado/concretizado para o Concelho?
4. Quanto pretende gastar o Executivo Municipal em Festas, Eventos e actividades de propaganda em 2010? Qual o retorno estimado para o Concelho?
5. Quais as consequências para o Concelho de Coruche, das medidas de austeridade aprovadas pelo Governo? Existe redução das receitas e de quanto? Os investimentos previstos no Orçamento e PPI são afectados? Quais e de que forma?
Em virtude de se tratar de um assunto que consideramos de importância máxima para o Concelho de Coruche, para a sua sustentabilidade socioeconómica futura, e de desenvolvimento territorial, solicitamos a V. Ex., que em cumprimento da Lei nº24/98, de 26 de Maio “Estatuto do Direito de Oposição”, preste esta informação no menor espaço de tempo possível.

Presidentes da câmara de Coruche e Salvaterra à beira de um ataque de nervos

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Coruche/Salvaterra. A dívida dos municípios, que se comprometeram a assegurar ligações rodoviárias gratuitas da sede do concelho às estações, ascende a 148 mil euros.

De acordo com o Jornal O Publico, as câmaras municipais de Coruche, Salvaterra e Cartaxo devem à CP cerca de cento e cinquenta mil euros. A dívida tem a ver com a reactivação do serviço ferroviário para Coruche, em Setembro do ano passado. O jornal informa que “De Setembro de 2009 a Junho deste ano o custo da automotora e da tripulação que faz a ligação entre Setil (concelho de Cartaxo) e Coruche, com paragens em Morgado, Muge e Marinhais, foi de 326 mil euros - a CP obteve receitas de apenas 30 mil euros. Metade dos 296 mil euros do prejuízo deveria ser suportada pelos municípios”

“O regresso do comboio a Coruche aconteceu quatro anos depois de a CP ter acabado com o serviço de passageiros na linha de Setil a Vendas Novas, onde se arrastava uma velha automotora que proporcionava receitas de 550 euros por mês.
A introdução de material moderno e boas ligações no Setil à linha do Norte permitiram colocar Coruche a 1h30m de Lisboa, com receitas de 3000 euros por mês. Insuficiente, mesmo assim, para os custos de exploração da CP - 32.600 euros mensais -, o que dá uma taxa de cobertura de apenas 9%. Segundo a CP, foram transportados entre Setembro de 2009 e Junho deste ano 34.419 passageiros, o que dá uma média inferior a 20 passageiros por comboio, um valor que se adapta mais a um serviço em autocarro do que ferroviário”.
Os municípios de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo, reuniram a 5 de Agosto de 2010, em Coruche, com o fim de analisarem a execução do protocolo de transporte ferroviário de passageiros em serviço regional e estabelecido entre estes e a CP e a REFER, e que foi celebrado em Julho do ano anterior. Mas em comunicado não desmente os valores da divida avançados pelo jornal o Público. Referem no entanto que “Os municípios parceiros na realização deste protocolo, realizaram desde o início da reabertura da linha todos os esforços de divulgação e promoção deste transporte junto das populações dos seus concelhos. Foi e é determinante a importância do transporte ferroviário como transporte económico e ecologicamente vantajoso e que permite uma maior mobilidade, diminuindo as assimetrias e encurtando as distâncias entre o interior e Lisboa. Critérios essenciais e por si mesmos justificativos deste empenho em torno da prossecução deste serviço e da execução do protocolo nomeadamente não violando o dever de confidencialidade a que as partes se obrigaram ao celebrarem este protocolo”.

Os municípios informaram ainda que foi solicitada uma reunião com o Conselho de Administração da CP com carácter de urgência  que pretendem que ocorra ainda durante o mês de Agosto.  E Será ainda solicitada posteriormente uma reunião com o Sr. Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Correia da Fonseca, com vista a analisar os critérios definidos no protocolo e a observância pelas várias entidades das suas responsabilidades na execução deste protocolo e deste serviço público.

 

 

Presidentes da câmara de Coruche e Salvaterra à beira de um ataque de nervos

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Coruche/Salvaterra. A dívida dos municípios, que se comprometeram a assegurar ligações rodoviárias gratuitas da sede do concelho às estações, ascende a 148 mil euros.

De acordo com o Jornal O Publico, as câmaras municipais de Coruche, Salvaterra e Cartaxo devem à CP cerca de cento e cinquenta mil euros. A dívida tem a ver com a reactivação do serviço ferroviário para Coruche, em Setembro do ano passado. O jornal informa que “De Setembro de 2009 a Junho deste ano o custo da automotora e da tripulação que faz a ligação entre Setil (concelho de Cartaxo) e Coruche, com paragens em Morgado, Muge e Marinhais, foi de 326 mil euros - a CP obteve receitas de apenas 30 mil euros. Metade dos 296 mil euros do prejuízo deveria ser suportada pelos municípios”

“O regresso do comboio a Coruche aconteceu quatro anos depois de a CP ter acabado com o serviço de passageiros na linha de Setil a Vendas Novas, onde se arrastava uma velha automotora que proporcionava receitas de 550 euros por mês.
A introdução de material moderno e boas ligações no Setil à linha do Norte permitiram colocar Coruche a 1h30m de Lisboa, com receitas de 3000 euros por mês. Insuficiente, mesmo assim, para os custos de exploração da CP - 32.600 euros mensais -, o que dá uma taxa de cobertura de apenas 9%. Segundo a CP, foram transportados entre Setembro de 2009 e Junho deste ano 34.419 passageiros, o que dá uma média inferior a 20 passageiros por comboio, um valor que se adapta mais a um serviço em autocarro do que ferroviário”.
Os municípios de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo, reuniram a 5 de Agosto de 2010, em Coruche, com o fim de analisarem a execução do protocolo de transporte ferroviário de passageiros em serviço regional e estabelecido entre estes e a CP e a REFER, e que foi celebrado em Julho do ano anterior. Mas em comunicado não desmente os valores da divida avançados pelo jornal o Público. Referem no entanto que “Os municípios parceiros na realização deste protocolo, realizaram desde o início da reabertura da linha todos os esforços de divulgação e promoção deste transporte junto das populações dos seus concelhos. Foi e é determinante a importância do transporte ferroviário como transporte económico e ecologicamente vantajoso e que permite uma maior mobilidade, diminuindo as assimetrias e encurtando as distâncias entre o interior e Lisboa. Critérios essenciais e por si mesmos justificativos deste empenho em torno da prossecução deste serviço e da execução do protocolo nomeadamente não violando o dever de confidencialidade a que as partes se obrigaram ao celebrarem este protocolo”.

Os municípios informaram ainda que foi solicitada uma reunião com o Conselho de Administração da CP com carácter de urgência  que pretendem que ocorra ainda durante o mês de Agosto.  E Será ainda solicitada posteriormente uma reunião com o Sr. Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Correia da Fonseca, com vista a analisar os critérios definidos no protocolo e a observância pelas várias entidades das suas responsabilidades na execução deste protocolo e deste serviço público.

 

 

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